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Continente Africano: Uma Representação Distorcida
 
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Dhiogo José Caetano - O Pensador, Uruana (GO) · 24/7/2010 · 21 votos · 1
Podemos perceber que as representações criadas durante anos sobre os egípcios fugiam a realidade histórica. Pois ao falar em Egito, a academia sempre relacionava os egípcios com homens brancos, eliminando a negritude. O autor Cleick Anta Diop, em sua citação, confirma uma verdade contraria a que for citada a cima; para afirma tal ideia lê utiliza vários artifícios, como provas biológicas que deixa claro que os egípcios eram negros, e isto é comprovado nos corpos mumificados, onde se encontra um alto teor de melanina; Heródoto é também um exemplo que compra em seus escritos, que os egípcios eram negros e a terceira prova, nos mostra claramente que o próprios egípcios se denominavam negros.
No entanto é visto que durante muitos séculos a África ficou dividida em África negra (sul) e branca (norte); o Egito sempre foi roubado pelos historiadores e antropólogos a respeito da raça. Mas o que pode ser visto é que os próprios fatos históricos se encarregaram e trazer indícios marcantes como a representação do próprio faraó, como negro e ate, mesmo as divindades, pois para eles era algo normal, mas o que ficou claro ao longo da discussão é que a historiografia tentou sempre esconder a origem negra, sendo coberta e escondida ao logo dos séculos.
Quando falamos a respeito da historia do continente africano, podemos perceber um paralelo em relação à historiografia mundial e em especial do Brasil. No continente africano, pode se encontra uma diversidade cultural, graças ao processo de colonização que é o divisor de água na África; porque ao falar do período colonial, podemos perceber a relação à aceitação a rejeição de determinados grupos. Ocorrendo influencia a qual transforma a cultural, a linguagem, a dança e outros fatores essenciais para a formação de diversos povos.
Os vários exemplos explicados colocam por terra á afirmação de Hegel; pois a África é um continente rico, com uma diversidade cultural vasta e complexa. Portanto estudar o continente africano é um trabalho que exige muita atenção e analise; pois tal continente é composto por movimentos heterogêneos, os quais sofrem mudanças alterações constantemente na sua longa jornada de construção.
E nós como historiadores, nunca podemos esquecer que a África é o berço da humanidade, ela que propiciou a mestiçagem e o desenvolvimento da raça negra, não só a raça, mas a cultura que esta presente em todo o mundo, mas com traços, marcantes nas terras brasileiras, que refleti nos costumem, cultura, religião e outros fatores que refletiu nas mudanças e transformação não só na sociedade, mas na formas e métodos utilizados pelos historiadores.



tags: Uruana GO jornalismo-midia africa historia religiao cleick anta herodoto cultura


 
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Rodrigo Paiva - O conhecedor de mundos · Itália · 24/7/2010 11:34
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